Dia 21 de maio, eu e o Eduardo embarcamos em Curaçao com destino a Florianópolis. O périplo foi: Curaçao, Aruba, Brasília, São Paulo e Florianópolis. Embarcamos às 21:00 horas e chegamos em Florianópolis às 13:30 horas do dia seguinte. Apesar da demora, por conta das paradas nos aeroportos para troca de aeronave, o vôo foi tranquilo. Nenhuma turbulência. Tão tranquilo que as mulheres conseguiam retocar seus cílios e sua maquiagem, sem necessitar equilibrar os apetrechos maquiadores.
Após quase um ano fora de casa, é muito prazeroso retornar, rever a família (parte dela, pois meu filho estava comigo), dormir na cama de casa, receber o abraço carinhoso
da neta, rever os amigos, apreciar o visual de meu apartamento, ver os pescadores amadores jogando suas tarrafas para “safar” um peixinho, admirar dias outonais maravilhosos, transparentes, e sentir aquele friozinho gostoso.
E, falando em rever amigos, no domingo seguinte à nossa chegada, uma amiga fez aniversário e nos convidou para sua festa, na Lagoa da Conceição, na qual estavam todos aqueles amigos e companheiros de administração do Iate Clube de Santa Catarina, Veleiros da Ilha, quando exercíamos cargo administrativo. Foi um reencontro extremamente agradável.
Como em Florianópolis é época da safra da tainha, a aniversariante nos obsequiou com uma bela “tainhada”, com tainhas recheadas e ovas fritas deliciosas, tudo regado com ótimos vinhos. Tão bons os vinhos que rolou um pileque legal!
Como o motivo de meu retorno foi por problemas de saúde, já consultei meu médico, fiz os exames necessários e estou aguardando o resultado, para fazer o tratamento adequado, pois quero voltar para o Caribe “zerado” para melhor curtir aquelas belezas e atravessar o atlântico, rumo à Europa.
Mas, enquanto aguardo o tal tratamento, fico lendo os blogs dos amigos que atravessaram o atlântico e estão nos Açores: Travessura, Luthier, Pagé por aí... O relato deles dá uma vontade danada de voltar logo para Curaçao, pegar o Guga Buy e ir, correndo, para os Açores. Falam maravilhas daquelas ilhas.
Mas, chegaremos lá!