domingo, 17 de abril de 2011

CARIBE – Antígua (12/abr/2011)

A navegação entre Nevis e Antígua  foi, digamos assim, meia boca. Vento e ondas pela proa, mas a intensidade do vento era fraca (15 nós, por aqui, é aragem). Utilizamos o motor durante todo o percurso.

Chegamos em Antígua com tempo ruim, dia enfarruscado e com chuva.image Choveu tanto que, ao passarmos no través da ilha Montserat, ela
estava completamente encoberta. Mal se via sua silhueta.

Ancoramos na English Harbour, uma baía muito calma. Parecia uma lagoa.  Veja ao lado.

O Eduardo foi na aduana e imigração, para fazer a burocracia de entrada do barco e dos tripulantes. Voltou de lá irritado. Primeiro, porque não conseguia entender o que a atendente da Port Authority, um órgão de controle de embarcações e do Parque Nacional, tentava explicar. Segundo, porque cobrou um exagero de taxas, quer no valor, quer na quantidade.Antigua - English Harbour - Nelson's Dockyard Marina

Uma delas, era a taxa de lixo. Consistia no pagamento de US$1,00 por pessoa, por dia, para depositar o lixo em local designado, que ficava muito longe do ancoradouro.
Acho que por isto, o pessoal sacaneava. Olha aí ao lado onde colocavam o lixo, na beira do pier, apesar da ameaça escrita  no local.

As demais taxas, eram assim definidas e cobradas:
Taxa de entrada do barco: US$12,00.
Por pessoa, para estar no parque: US$ 4,00
Permissão de cruzeiro : US$8,00. (sei lá o que é isso!)
Taxa diária do parque: US$ 2,40 por dia.
Overleaf (não sei o que é): US$ 27,00

Mas, a má impressão inicial, causada pelo clima e pela burocracia, não atrapalhou o motivo de nossa visita à ilha, pois viemos para ver veleiros clássicos e assistir suas regatas. E, vimos muitos veleiros clássicos, que são de construção moderna, mas a concepção de projeto é antiga e, geralmente, são réplicas de veleiros antigos. Então, pelo que nos foi dado a ver, o preço das taxas não foi caro.

Abaixo, alguns deles.
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E o Brasil, muito bem representado pelo veleiro Atrevida,image

À noite, comemos uma pizza e fomos dormir, na placidez da baía English Harbour. E a chuva que caía tornou o sono ainda melhor.

Mas, chuva só é bom à noite e na hora de dormir. Dia seguinte, choveu o dia todo e aí não foi bom. Almoçamos a bordo e, à tarde, durante uma estiada, fomos até o Antigua Yatch Club, que sedia a regata, onde passamos o resto do dia. À noite, festa de abertura da regata, aberta a todos, desde que pagassem o que consumiam.

A respeito de festa em regatas, tenho como parâmetros Florianópolis e Ilhabela. Em ambas, após as regatas, é oferecido o que se convencionou chamar de “canoa de cerveja”. Cerveja à vontade, geladinha e de graça. Aqui no Caribe, tudo é pago. Inclusive na Heineken Regatta, em St. Maarten, patrocinado pela própria Heineken, a cerveja servida, que é a deles, é cobrada. Vá entender!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

CARIBE – St. Kitts e Nevis

Chegamos em St. Kitts à tardinha e ancoramos. Eram 18:00 horas e, como a informação era de que a aduana e imigração fechava às 19:00 horas, lá fomos nós. Tudo fechado. Indiscutivelmente, o pessoal do Caribe não é muito chegado ao trabalho. Inclusive, em todas as ilhas, o comércio fecha às 16:00 horas.

Durante a noite, o barco balançou bastante, as ondas, embora pequenas, batiam no costado provocando um movimento lateral muito desconfortável.

De manhã, conseguimos uma vaga na marina, que é bem protegida. Muito melhor, calmo, água e luz à disposição.
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A marina faz parte do complexo de Port Zante, que recebe navios de passageiros. Lá tem um pátio enorme, com inúmeras lojas free-shop, bares, restaurantes e apresentações do folclore local para os turistas..image 


Aqui no Caribe, algumas ilhas  tem nome e apelido. Esta não fugiu à regra, pois St. Kitts é o apelido de St. Christopher. A capital é Basseterre que, em francês, significa sotavento – realmente, o vento predominante a deixa a sotavento -. Apesar do nome francês, a ilha é inglesa. Os carros circulam pelo lado esquerdo das  vias e o volante é do lado direito do veículo. A moeda é o EC (dólar do caribe oriental).

Saímos à procura de um dentista, pois o Eduardo estava necessitando. Encontramos um que formou-se em Cuba e, segundo o Eduardo, fez um trabalho magnífico. Foi uma restauração. Cobrou a importância de EC$310,00, que equivale a US$100,00.St. KittsP1010290 Preço justo.

Dente restaurado, já sem dor,  fomos almoçar num restaurante chinês.  Pedi uma cerveja e vejam qual me serviram. Mas não é brasileira,  é de St. Kitts mesmo.

À noite, fomos fazer um happy-hour no Bar e Lounge Twist, de um indiano (a população indiana é grande, na ilha). Bebericamos uns drinks, deu fome, pedimos uma pizza. Acontece que o cozinheiro também era indiano. Podem imaginar o tempero da pizza. Muito curry e tempero forte. Para nosso paladar, era muito ruim. Não conseguimos comer toda. Pizza de indiano é fogo!

O bar tinha um DJ e uma pista de danças e, lá pelas tantas, começaram a chegar mais freqüentadores. A pista de danças encheu, os casais dançando ao som de reague e soca, que é um ritmo local. A maneira de dançar era muito sensual.
  
Quando acendi um charuto, algumas pessoas, que obviamente gostam de charuto, ou tinham curiosidade, se acercaram de nós, inclusive o dono do bar. Quando souberam que éramos brasileiros, apareceram sorrisos e gentilezas. O indiano, dono  do bar, já esteve em São Paulo e fala isso com muita satisfação. E, assim, o happy-hour se prolongou.

De modo geral, no Caribe, as pessoas adoram o Brasil e os brasileiros. Sem exceção, em todas as ilhas, as pessoas, após saber que éramos brasileiros, mudavam seu comportamento, tornavam-se mais simpáticas, gentis e prestativas. Isso é muito bom, levanta o moral!

Dia seguinte, a ressaca nos segurou o dia todo no barco. O Eduardo saiu alguns momentos para comprar pão e uma costelinha de porco para o almoço.

No outro dia, após limpeza no barco, saímos em direção a Nevis, que, politicamente, faz parte de St. Kitts. A imigração feita em St. Kitts vale também para Nevis.

Inúmeras poitas foram instaladas em Nevis para amarração dos veleiros que lá chegam. A ancoragem é proibida, segundo um guia impresso do Caribe. Amarramos o barco numa delas e fomos até a praia, que é de areia cinzenta e grossa. image Na praia, um resort preparava uma festa para seus hospedes, ao ar livre, com decoração bonita. Caminhando pela praia, conhecemos um casal de brasileiros (S. Paulo). Durante uma curta conversa, explicamos que viemos do Brasil velejando.


É impressionante a reação das pessoas, a respeito de vela de cruzeiro., principalmente cruzeiro longo Mostram curiosidade, interesse, querem detalhes de como funciona. No fundo, todos gostariam de fazer uma aventura dessas. E, esse casal, não foi exceção.

Mas, voltando a tal festa do resort para seus hospedes, à noite caiu a maior chuva. Acho que estragou a festa. E a chuva continuou a noite toda e nos dias seguintes. Tempo nublado e com chuva não é legal no Caribe. Os hóspedes do resort que o digam!

Dia seguinte, mesmo com tempo enfarruscado, fomos caminhar pela cidade e conhecemos o primeiro hotel construído no Caribe, o Bath Hotel, que hoje é utilizado por órgãos governamentais.

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Na volta, passamos num supermercado, onde comprei um produto que não conhecia. Uma mistura de couve-flor com brócolis. A couve-flor é verde e o gosto é de couve mesmo. Deve ser algum ensaio genético que deu certo! No almoço, acompanhou um “spaghetti al tono”.

Às 03:00 da manhã, zarpamos rumo a Antígua. Saímos cedo para chegar ainda de manhã.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

CARIBE – Statia (07/abr/20111)

Chegamos na ilha de Statia, cujo nome oficial é St. Eustatios, por volta de 15:00 horas. Na chegada, chamou a atenção um porto com grandes navios tanques e, no alto de um morro, diversos enormes tanques de armazenamento de líquidos.image


Ao fazermos a aduana e imigração, um oficial da imigração nos explicou que aqueles tanques que vimos eram para armazenar combustível pois é a única ilha que tem bitola européia para descarregar combustível. Depreende-se, então, que todos os navios-tanques provèm da Europa. Depois, os navios menores abastecem as demais ilhas.


Statia é uma ilha pequena, com cerca de 3.400 habitantes. É muito visitada para mergulho e caminhadas. Como é um Parque Nacional (St. Eustatius National Park), mergulho individual só com snorkel e na beira da praia. O mergulho nos locais apropriados, como naufrágios, só é permitido se acompanhado por uma operadora de mergulho.  Inclusive, é cobrada uma taxa de ancoragem de US$10,00 por dia. Tudo igualzinho a Fernando de Noronha. Cobram e nada oferecem em troca.
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Na ilha existem somente três praias. Conhecemos só uma, a Orange Beach, com areia escura, vulcânica, na baía onde ancoramos.




A cidade, Orangestad, fica no alto e, para chegar lá, uma subida bastante acentuada. Uma senhora nos indicou uma escadaria, no meio da vegetação, que atalhava a subida, o que ajudou bastante.
image A  cidade é bem interessante. Ruas bem pavimentadas,imagee chalés de madeira tradicionais,image 

Na manhã seguinte, o Eduardo foi procurar uma padaria, onde comprou um pão estranho, seco. Que saudade das ilhas francesas, com suas baguetes e croissants.

Após o almoço, estávamos nos preparando para ir para a próxima ilha, quando chegou um veleiro com bandeira canadense, com a genoa meio enrolada e meio baixada Quando chegaram próximo de nós, vimos que era um casal de idade mais ou menos avançada, e estavam bastante atrapalhados com a situação, inclusive com dificuldade para ancorar. O veleiro chamava Spice of Life.

Colocamos o motor  no bote e fomos oferecer ajuda. Auxiliamos na ancoragem, o Eduardo subiu no mastro para liberar a adriça da genoa, presa no alto e que não permitia que ela fosse totalmente baixada. Explico aos que não são velejadores que a genoa, que é a vela da proa (frente) do barco estava somente um pouco baixada, o que não permitia fosse totalmente enrolada, portanto, ficava meio aberta e sem operacionalidade, sofrendo a ação do vento sem permitir propulsão.  Vale dizer, só atrapalhava!

Adriça liberada, a genoa desceu e o problema foi resolvido. Ante a satisfação e os agradecimentos do casal, sentimos  a sensação de dever cumprido. È muito bom ajudar as pessoas, principalmente no mar, onde a solidariedade deve prevalecer. Assim, conquistamos mais dois amigos.


Saímos, então, em direção a St. Kitts.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

CARIBE – Saint Martin

Marigot
Saimos da parte holandesa da ilha e, pelo interior do lagoon, fomos até Marigot, em St.Martin, parte francesa da ilha. Fizemos a burocracia de entrada numa marina, sem nenhuma complicação. Como em todas as ilhas francesas, preenchemos um formulário no computador, et voilá…tudo pronto!
Olha a marina aí ao lado.

O lagoon, como já falei em outro post, possui duas entradas e saídas, através de pontes levadiças, uma no lado holandês, outra no francês. Esta é bem mais estreita que a holandesa. Por ela saímos  e fomos para Grand Case, ali próximo.

Grand Case é uma praia que prima pela gastronomia. Na rua principal encontra-se um sem número de restaurantes. Há de tudo, comida cara, comida barato, comida crèole, comida internacional, pizzas. Eles se consideram a capital gastronômica do Caribe.image
Olhe aí uma  vista da praia, com sua água transparente. A maioria dos prédios construidos na beira da praia são restaurantes.
 
Caminhando pela rua da gastronomia, entramos no restaurante L’ Escapade, para utilizar a internet. Bebemos um drink, e, enquanto usávamos a internet, folheei a carta de vinhos.  Vinhos de diversas partes do mundo e de todos os preços. O mais caro que  constava da carta, um "La Romané Conti", safra 2005, custava a bagatela de 20.000 (vinte mil) euros. E eu, bebendo um Jack Daniels de 9 euros. image
 
Dia seguinte, retornamos ao lagoon, entrando pelo lado francês. Veja aí a fila para entrar.
 
Fomos novamente até a parte holandesa, onde ancoramos por mais dois dias, para terminar a instalação dos painéis elétricos.

Saímos do laggon e tentamos ir para a ilha de Statia, cujo  nome oficial é St. Eustatius ao sul. Após cerca de cinco milhas navegadas, tivemos que voltar. Entrou um vento com rajadas de 30 nós, de sudeste, portanto, “na cara”.  Dormimos na parte externa da Simpson Bay e, na manhã seguinte, zarpamos para Statia, agora com condições meteorológicas bem melhores.image

Quando saíamos, vejam o que estava ancorado bem próximo de onde estávamos. Segundo informações, os tripulantes são dois idosos e atravessaram o atlântico com esta estranha embarcação.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

CARIBE – St. Maarten

De St. Barth, voltamos para St. Maarten, para buscar os painéis elétricos que eu havia comprado em Miami e que, finalmente, chegaram. Quando passávamos pelo porto de Phillipsbourg, à tardinha, estava saindo um enorme navio de passageiros, o Enchantement of the seas com destino a Road Harbour. Como descobrimos nome e destino?: pelo AIS instalado no Guga Buy. High tech, gente! O tal navio, cuja  velocidade inicial era cerca de 7 nós, a mesma que a nossa e navegava num ângulo de cerca de 20 graus. Se mantivesse a velocidade, certamente nos encontraríamos, pois  estávamos com vento de popa e usando ‘asa de pombo’ (a vela grande para um lado e a genoa para outro), fator que dificultava manobras. Mas o navio começou a aumentar sua velocidade e nos ultrapassou. Enquanto nos ultrapassava, os passageiros nos fotografavam, acredito que pelo visual produzido pelas velas em asa de pombo.
Olha o tamanho do bicho!
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Ontem, à tardinha, fomos na Lagoon Marina com o bote e, visitando os amigos do veleiro Mema, aqueles gaúchos, lembram?, foi nos oferecida uma carne da Fribioi. Carne brasileira por aqui? Pois não é que um mercadinho de chineses, bem defronte à marina, vende? Comprei dois pedaços congelados de beef flank steak,  que é o nosso conhecido vazio.
 
Comprei, também, postas de fish king,  um peixe que é muito pescado aqui no Caribe. À noite, vai rolar uma moqueca brasileira com peixe do Caribe, a bordo do Guga Buy.

Como o mar estava muito mexido na parte externa da Simpson Bay, onde estávamos ancorados, entramos novamente no lagoon, e, por sorte, conseguimos uma poita. Dormimos tranquilamente, sem nenhum balanço.

De manhã, começamos a instalar o painel elétrico. O Eduardo está se mostrando um baita eletricista, também. Como a instalação demanda, serviço de carpintaria, teremos que ficar mais um dia em St. Maarten. Após, vamos para o lado francês da ilha (St. Martin)

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Aqui em St. Maarten, existe uma sorveteria, a Carroussel, com  decoração de refinado bom gosto e sorvetes deliciosos. É uma construção arredondada e, na parede externa, colocaram inúmeras fotos de pessoas  famosas e não famosas,  saboreando, vendendo ou comprando sorvetes. Enfim, todas as fotos ligadas a sorvete.

Esta é a parede externa da sorveteria.
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Contornamos a parte externa do prédio, olhando as fotos e vejam quem estava lá.
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Pois é, o nosso tenista Guga Kuerten, cabeludo, em 1999, no Australian Open.

Uma dúvida: será que ele estava conversando com o outro tenista, ou olhando a gulosa lambida da Anna Kourmikova? Adivinhem! Quem acertar ganha um sorvete.
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quarta-feira, 30 de março de 2011

CARiBE – St. Barth (27/mar/2011)

Algumas pinceladas sobre a ilha de St. Barth, baseadas em minha observação pessoal.

St.Barth é o apelido de St. Barthélémy, nome oficial. É uma ilha muito charmosa, e cara. Recebe - e tem estrutura para isso -, megaiates e megaveleiros, principalmente no Porto de Gustavia. Na alta temporada, são despejados, na ilha, milhões de euros.

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Recebe pessoas do mundo inteiro, formando uma mistura alegre de línguas e costumes. A língua oficial é o francês, mas o inglês predomina, como falado por estas duas alemãs, tripulantes de um megaveleiro que, gentilmente, posaram para a foto.
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Em todas as atividades náuticas, percebe-se a presença de muitas mulheres, como esta, pilotando uma lancha de apoio de um megaiate, na praia de St. Jean.image

A única cidade na ilha chama-se Gustavia, com ruas estreitas e muitas lojas de grife. Inclusive, com presença brasileira nas lojas.

Talvez pelo fato de as ruas serem estreitas, ou pelo pequeno tamanho da ilha, vê-se muitas motonetas e carros elétricos, como este.
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A ilha possui muitas praias, mas as mais bonitas são a Shell Beach, formada por areia e grande quantidade de pequenas conchas,
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onde se localiza o bar e restaurante Do Brazil, cujo proprietário não é brasileiro, mas diz amar o Brasil…
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…e a Plage de Saint Jean, onde fica o aeroporto da ilha, com uma pista muito curta e em declive, que recebe pequenas aeronaves com até 12 passageiros.
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Em todas as praias, a prática de top less é muito comum. Garotas e senhoras, sós ou com suas famílias, com os seios à mostra, sem nenhum constrangimento e sem serem molestadas. A questão é cultural, não se percebe nenhum exibicionismo.
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domingo, 27 de março de 2011

CARIBE – Saint Barth (24/mar/2011)

Esta viagem ao Caribe nos proporcionou a rara oportunidade de assistir a The Saint Barth Bucket, uma regata que reúne os maiores veleiros do mundo. Para ter uma idéia, o menor media 23 metros e, o maior, 88 metros.

Sobre a ilha, falarei em outro post.

Quando chegamos na ilha, já vimos o Falcon Maltese, o maior veleiro do mundo, com 88 metros de comprimento.
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Comparem o tamanho do tripulante que está subindo  num dos mastros, com o próprio.
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Como chegamos à tarde, circulamos com o Guga Buy no meio dos super veleiros ancorados. O que vimos, impressionou. Vejam alguns deles.
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Os cascos refletiam como espelhos..
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À noite, todos os veleiros se iluminavam, inclusive iluminavam o mar, com luzes verdes instaladas nos cascos.
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No dia seguinte, assistimos a largada e chegada da regata, cujo percurso foi de 24 milhas e contornou a ilha de Saint Barth. Alguns deles:

O Leopard, um Bruce Farr com 30 metros.
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O Elena of London, uma réplica de um barco de 1911, com 55 metros.
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O Etheral, com 58 metros.
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A chegada foi espetacular, um festival de balões coloridos e com os mais diversos desenhos.
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O Falcão Maltese com suas asas abertas.
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O trabalho dos proeiros.
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E,  no dia seguinte, uma praia para descansar…
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